Meditação da Mulher 2011 - Janeiro
17 de janeiro segunda
Enfrentando Minha Jericó
Pela fé, ruíram as muralhas de Jericó. Hebreus 11:30
Os israelitas enfrentaram a batalha de Jericó com temor e tremor. A situação parecia impossível. Os muros eram intransponíveis. O inimigo, lá dentro, invencível. Era grande o medo. Nós também enfrentamos Jericós na vida – problemas incontornáveis, um inimigo interior invencível, uma situação que parece impossível – e nós, também, temos medo. Enfrentei minha Jericó em dezembro de 2006. Recebi o diagnóstico de câncer. Em minhas entranhas, o inimigo era invencível. A situação parecia impossível. Como fiquei com medo!
Começara como uma dor de dente. Mas o dentista disse que meus dentes estavam bem, e recomendou um neurologista. Um exame de ressonância magnética revelou um pequeno tumor no meu nervo trigêmeo esquerdo, atrás, perto do cérebro. Uma biópsia mostrou que era um linfoma não Hodgkins. Após uma cirurgia de quase cinco horas, o tumor foi extirpado. Depois veio uma série de tratamentos quimioterápicos.
Os israelitas tiveram medo de enfrentar Jericó, mas Deus havia ordenado que marchassem. Assim, marcharam pela fé por sete dias. E “pela fé, ruíram as muralhas de Jericó.” A marcha em torno das muralhas da minha Jericó não levou sete dias, mas sete meses. Marchei pela fé, e pela fé as muralhas do câncer ruíram. Louvo a Deus por ter-me feito superar o problema. Todavia, não foi só a minha fé, mas também a de milhares ao redor do mundo que oraram por mim. Foi a fé dos meus companheiros de trabalho, meus filhos e meu esposo. Durante aqueles sete meses, Ron jamais se afastou de mim. Se ele precisava viajar para tratar de questões importantes do trabalho, voava pela manhã e estava em casa à noite, quando a batalha era mais difícil.
Muitas vezes desejei desistir da marcha. Era uma jornada terrível. Eu queria parar. Desejei morrer. Mas não parei. Pela fé – a fé manifestada por uma multidão de amigos –, continuei marchando. Pela fé – a fé dos meus filhos, que telefonavam frequentemente para me animar, que vinham quando podiam, para estar comigo –, continuei marchando. Pela fé – a fé do meu esposo –, continuei marchando. Quando me encontrava magra, fraca e careca, com os olhos fundos e a pele enrugada, ele dizia que eu estava bonita e que voltaria a ficar bem, pois estava orando por mim.
Louvo a Deus pela fé que amigos e familiares manifestaram, crendo que as muralhas da minha Jericó acabariam por ruir. E elas ruíram!
Dorothy Eaton Watts
18 de janeiro terça
A Palavra que Ajuda
A palavra certa na hora certa é como um desenho de ouro feito em cima de prata. Provérbios 25:11, NTLH
Corri para a sala do cafezinho, na direção da máquina dos lanches – e dei de cara com uma situação embaraçosa. Ali estava Karen, sentada no colo de Tom. Eu sabia (e sabia que Karen sabia) que Tom era casado.
Tom, um homem muito sensível, inteligente e prestativo na chefia da minha seção, havia me ajudado a aprender meu trabalho e me animara durante meus primeiros esforços de tentativas e erros (principalmente erros). Eu gostava dele e, até aquele momento, o respeitava. Sem saber como agir, adquiri o que me interessava e saí o mais rapidamente possível.
No fim da tarde, Tom foi sentar-se comigo na lanchonete. Quis desculpar-se e tentar explicar. Entrou em muitos detalhes acerca do rompimento com a esposa, e sobre como Karen havia entrado na vida dele. Para mim, porém, soava como se Karen se houvesse inserido na vida dele para facilitar o rompimento. Ele falou e falou, não só sobre os problemas, como também sobre as alegrias de sua vida de casado. Quando o período do intervalo estava para terminar, ele finalmente pediu minha opinião, mas de um modo que me fez entender que ele queria minha aprovação para o relacionamento que estava iniciando com Karen. Orei: Querido Senhor, dá-me as palavras certas para dizer! Finalmente, eu disse: “A impressão que tenho é de que você ainda ama sua esposa.”
Não muito depois disso, Tom foi transferido para outro departamento e Karen saiu da empresa. Passou um ano até que eu visse Tom novamente. Um dia, na hora do almoço, ele levou um colega de trabalho à minha mesa e nos apresentou, dizendo ao amigo: “Esta é a moça de quem lhe falei. As palavras dela salvaram meu casamento.”
As palavras de um velho hino soaram no meu coração: “Ajuda-me, Senhor, a dizer uma palavra amiga...” Deus me dera as palavras exatas que Tom precisava ouvir para expulsar a confusão que Karen havia trazido à vida dele, e colocá-lo de volta na vereda certa para a fidelidade e a felicidade com a esposa. A promessa de Deus a Moisés, “Eu serei com a tua boca” (Êxodo 4:15), é para cada uma de nós.
Nunca sabemos quando precisaremos dizer palavras que façam uma diferença duradoura.
Senhor, que eu diga sempre as palavras ajudadoras que me dás para dizer. Amém.
Darlenejoan McKibbin Rhine
19 de janeiro quarta
Em Construção
Porque de Deus somos cooperadores; lavoura de Deus, edifício de Deus sois vós. 1 Coríntios 3:9
Enquanto folheava um novo catálogo de roupas, vi duas camisetas das quais gostei muito. Uma estampa mostrava algumas corujas empoleiradas nos galhos de uma árvore, todas em posição ereta, com exceção de uma corujinha pendurada de cabeça para baixo. A frase dizia: “Ops! Ninguém é perfeito!”
A outra camiseta retratava um canteiro de obras, completo com ferramentas, andaimes e uma placa dizendo “Em construção”. A legenda declarava: “Tenha paciência, por favor; estou em construção e Deus ainda não terminou o trabalho comigo.” Não comprei as camisetas, mas suas mensagens me causaram uma impressão que dura até hoje.
Nestes dois últimos anos, estamos reformando nossa casa. Trocamos o telhado, colocamos um revestimento de vinil, acrescentamos uma espaçosa e aconchegante sala de estar e uma varanda. Reformamos a cozinha e construímos no quintal um alpendre rodeado de tela, embaixo da sala. Também estamos acrescentando uma garagem para dois carros.
Depois disso, provavelmente consertaremos alguns pontos no chão de concreto da parte inconclusa do porão, pintaremos algumas paredes e colocaremos revestimento de gesso acartonado ou painéis em outras. Creio que qualquer casa ou apartamento, se mantido em bom estado, é uma obra em andamento perpétuo.
O mesmo acontece com nossa caminhada com Deus. Estamos “em construção”, tendo Deus como o arquiteto e construtor. Já fomos criadas à Sua imagem, mas Ele deseja ajudar-nos a refletir mais plenamente essa imagem – ajudar-nos a “ser tudo o que podemos ser”, para citar os anúncios do Exército dos Estados Unidos. Deus sabe que é necessário tempo e paciência para consegui-lo. Por isso, um dos meus cânticos preferidos é “Ele ainda trabalha em mim”!
Gosto de acompanhar projetos de construção, elevando-se a partir do alicerce. É emocionante ver-nos, e aos outros, crescendo também espiritualmente.
Oremos para que não sejamos pessoas severas e críticas em relação a outros que, como nós, ainda estão “em construção”, mas que lhes estendamos o mesmo amor, paciência e compreensão que gostaríamos que tivessem para conosco.
Bonnie Moyers
20 de janeiro quinta
Delicado Orvalho
Minha doutrina derramo sobre vocês como a chuva; e respingo como orvalho, como chuvisco na relva e gotas na verde ladeira. Deuteronômio 32:2, BV
Enquanto eu andava pelo caminho rumo ao prédio da escola, toda a natureza cintilava à luz do Sol, após uma chuva mansa. Era a estação chuvosa na África do Sul, e muitas flores silvestres balançavam com a brisa suave. Apenas alguns dias antes, havíamos tido um tremendo aguaceiro. A chuvarada havia formado muitos riachinhos nesta mesma trilha íngreme, curvando ou quebrando flores e folhagens pela força do vento e da água. Segurei bem meu guarda-chuva para impedir que voasse longe. Não apreciei aquela caminhada e lamentei pelas flores sendo agitadas para um lado e outro em meio à chuva forte.
Mas o delicado orvalho de hoje era lindo. As flores se mostravam brilhantes e alegres. Erguiam bem alto as corolas, absorvendo o calor do Sol. Que contraste com os dias anteriores!
Pensei nas crianças que encontramos dia a dia, em casa, na escola ou na igreja. Nossas palavras exercem um efeito muito grande em suas emoções. As crianças, com certeza, necessitam de treinamento, assim como a grama e as flores precisam de umidade. Mas a maneira de se aplicar essa disciplina faz muita diferença na atitude delas. Com demasiada frequência ficamos aborrecidas, e nossas emoções se expressam em palavras impulsivas e ásperas. A criança é magoada e tenta escapar do massacre, assim como as flores se curvam sob o aguaceiro. Algumas crianças são afetadas para o resto da vida. Se, todavia, com paciência e amor fizermos com que se lembrem da necessidade de um bom comportamento, e os incentivarmos da melhor maneira, os pequeninos conseguirão sorrir, levantar a cabeça, endireitar os ombros e tentar outra vez.
Senhor, como foste terno com Teus filhos errantes! Ensina-nos Tuas palavras e métodos, ao interagirmos com as crianças dia após dia, para que levemos sorrisos e alegria ao seu coração, quando enfrentarem ocasiões tempestuosas na vida.
“Mas Jesus chamou a Si as crianças e disse: ‘Deixem vir a Mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas’” (Lucas 18:16, NVI). Que o Senhor nos abençoe, enquanto levamos às crianças o delicado orvalho.
Frances Osborne Morford
21 de janeiro sexta
A Roseira Ambrosine
Ele Se regozijará em você; com o Seu amor a renovará, Ele Se regozijará em você com brados de alegria. Sofonias 3:17, NVI
Alguns anos atrás, uma amiga da igreja, uma elegante senhora de cabelos grisalhos, deu-nos uma linda roseira. Nós a plantamos com cuidado e ela vicejou. Depois de algum tempo, uma carreira de flores desabrochou, partilhando seu esplendor com quem passasse por ali. Cada botão começava com um tom rosa cremoso, mas sua cor se intensificava à medida que a flor amadurecia. Os vizinhos, com frequência, elogiavam sua beleza perfumada.
Eu pretendia enviar um bilhete de agradecimento à minha amiga, mas nunca chegava a pôr meus pensamentos em ação, até que um dia, num ímpeto de tirar fotos, fotografei vários daqueles lindos botões cor-de-rosa. Quando revelei o filme, incluí uma foto das rosas num cartão de agradecimento para minha amiga.
Ela me agradeceu tão profusamente quando telefonou, dois dias mais tarde, que precisei perguntar sobre a razão do seu fervor. Com relutância, ela me relatou sua agridoce experiência. Contou que, mais ou menos na mesma época, também havia dado a outra amiga uma roseira. Quando se encontrou com a mulher alguns meses mais tarde, soube que a planta havia dado 17 flores, “mas ela nunca se dispôs a me dar um único botão”, desabafou, lastimosa, a minha amiga. Então, seu tom se iluminou ao contar que, quando foi buscar a correspondência naquele mesmo dia, encontrara o cartão que lhe enviei. A fotografia das flores cor-de-rosa caíra antes mesmo que ela pudesse ler o cartão. Olhando a foto, viu meus rabiscos indicando que eu havia dado o nome de Ambrosine à roseira, em sua homenagem. Ela disse que, com alegria, buscou a presença do seu Pai e fez deste poema a sua oração: “Rosa de Sarom, obrigada por me fazeres lembrar que devo me apoiar em Ti, só em Ti. Que a fragrância do Teu amor se espalhe aos outros, ao meu redor. Obrigada pelos vales, Senhor, pois é neles que eu cresço.”
A história da minha amiga me deu um lampejo tão instigante da criatividade de nosso Deus criador que precisei inclinar a cabeça numa oração de louvor quando a ouvi. Enquanto a ideia de uma rosa não compartilhada trouxera tanta tristeza à minha amiga, a foto de outra lhe instilara puro prazer. E o meu Deus havia justaposto as duas – só para ela!
Glenda-Mae Greene
22 de janeiro sábado
A Corrida Principal
Vocês não sabem que de todos os que correm no estádio, apenas um ganha o prêmio? Corram de tal modo que alcancem o prêmio. Todos os que competem nos jogos se submetem a um treinamento rigoroso, para obter uma coroa que logo perece; mas nós o fazemos para ganhar uma coroa que dura para sempre. 1 Coríntios 9:24, 25, NVI
Em janeiro de 2006, quando estabeleci minhas metas para o novo ano, decidi participar da tradicional Corrida de São Silvestre, que acontece há mais de 50 anos em São Paulo, Brasil, no dia 31 de dezembro.
Comecei meu treinamento participando de competições menores, de 6 a 10 quilômetros. Minha primeira competição longa foi difícil. Fiquei perguntando a mim mesma o que eu estava fazendo ali. Sentia cansaço, e o suor escorria pelo meu corpo; queria sentar-me na calçada e chamar alguém para que viesse e me levantasse. Minha mente dizia que eu não seria bem-sucedida. Mas, quando ouvi a multidão me incentivando na linha de chegada, tudo mudou. Meus passos ficaram mais firmes e um largo sorriso substituiu minha expressão de fadiga.
Durante minhas solitárias corridas matinais (já que ninguém mais queria ir comigo às 6 da manhã), comecei a pensar em outra corrida, da qual todos participamos. Quem sabe, alguns de nós já se cansaram. Talvez tenhamos ferido os pés e derramado lágrimas pelos queridos que nos fazem falta. Quem sabe, não ouvimos os anjos que nos aplaudem, nem ouvimos nosso bondoso Treinador dizendo que está ao nosso lado, que vibrará com nosso sucesso.
Não há maneira de eu saber se você já se cansou da corrida, mas desejo partilhar algo com você. Não desista! Cristo, nosso Treinador, já venceu essa corrida, e agora, Ele abre amplamente os braços, pronto a erguer-nos, se necessário, pronto a oferecer-nos Sua mão. Ele ama você e jamais a desapontará.
Embora tenha treinado bastante, nunca venci uma corrida nem cheguei a um lugar no pódio. Mas isso não me desanima. Sei que minha recompensa está guardada, e não somente para mim, mas para todos os que desejam correr com Cristo. Podemos levantar-nos, enxugar as lágrimas e ver Jesus nos esperando com um maravilhoso sorriso e nossa coroa nas mãos, dizendo: “Fico feliz porque você não desistiu. Eu estava esperando você.”
Lizandra Neves de Azevedo
23 de janeiro domingo
O Quadro Perfeito
Vi a Cidade Santa, a nova Jerusalém, que descia dos céus, da parte de Deus, preparada como uma noiva adornada para o seu marido. Apocalipse 21:2, NVI
Eu estava trabalhando numa aquarela, fazia mais de uma hora. Dei um suspiro, feliz. No melhor momento do meu impulso criativo, eu havia feito um belo quadro: um dia ensolarado, com tons quentes de amarelo-dourado; céu azul com pinceladas de nuvens brancas; flores vermelhas, roxas e rosadas num luxuriante jardim; árvores altaneiras contra o fundo de montanhas de um cinza-azulado; uma casinha junto a um lago prateado... As cores irradiavam paz e aconchego.
Quando me levantei para olhá-lo de certa distância, meu pé encontrou a perna da mesa e tropecei. Alguma coisa caiu. Quando readquiri o equilíbrio, olhei para baixo e, totalmente incrédula, vi o quadro. O copo d´água que eu estava usando caíra sobre o papel, encharcando a paisagem com borrões sem forma. Nada havia que pudesse consertar o estrago.
No princípio, o Grande Artista sentou-Se para criar um mundo. Fez uma obra perfeita que irradiava Seu amor, que refletia Sua imagem. Então, algo aconteceu. Satanás derrubou o copo do pecado na criação perfeita. Toda aquela obra de arte foi maculada. Enquanto o pecado escorria, através dos séculos, o Criador mal podia reconhecer a própria obra de arte. Nada via que Lhe refletisse o amor. Precisou enviar Seu Filho para reparar o dano.
A mídia está inundada com notícias de congelar o sangue, todos os dias: enchentes aqui, seca ali; tempestade aqui, terromoto ali; doença aqui, destruição acolá. O mundo exala violência e crime, engano e destruição. As nações travam guerras para encontrar paz; extremistas aterrorizam para agradar seu deus; há uma corrida maluca para conservar a sanidade. O quadro perfeito jaz arruinado.
O que pode fazer uma cristã comum como eu? Em primeiro lugar, ficar calma. Deus deseja que confiemos nEle e saibamos que, em meio a todo esse caos previsto, Ele está no controle completo. Em segundo lugar, estudar a Bíblia e orar incessantemente. Isso é mais relevante agora do que nunca antes. Em terceiro lugar, olhar para além. Temos uma bem-aventurada esperança. Embora o quadro, agora, esteja longe da perfeição, nosso Criador tem um plano. Haverá uma nova Terra, que jamais será destruída. As cores do amor e da alegria brilharão e, em algum lugar no centro de tudo, estaremos, você e eu – novas criaturas – com nosso Pai.
Vinita Gaikwad
24 de janeiro segunda
Em Jesus Amigo Temos
De maneira alguma, te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Hebreus 13:5
Quando minha neta, Ashley, tinha uns 10 anos de idade, ela brincava no jardim com sua cachorra, Lacey, uma cocker realmente amiga. Ela estava vestindo Lacey e, como toque final, colocou um elástico de rabo-de-cavalo na pata dianteira de Lacey. Quando Ashley foi chamada para almoçar, desvestiu Lacey e correu para dentro de casa.
Alguns dias depois, quando coloquei Lacey para fora, notei que ela mancava. Verifiquei que sua pata estava inchada, o triplo do tamanho que deveria ter. Examinando melhor, descobri aquele elástico que Ashley colocara. Consegui, por fim, cortá-lo fora, mas me preocupei realmente com a pata, e levamos Lacey ao veterinário. Depois que ele a examinou e tratou, tivemos que esperar para ver se ela se apoiaria na perna.
Ashley se sentiu muito mal quando descobriu o que fizera. Imediatamente, escreveu uma oração, pedindo a ajuda de Jesus: “Querido Jesus, eu Te amo muito, e quero orar por Lacey. Por favor, não deixes que ela perca a perna! Às vezes eu dou atenção ao pecado. Não gosto disso; então, por favor, Senhor, Tu me ajudas a dar atenção a Ti? Então o pecado não me mandará machucar os outros nem os animais! Eu amo os outros e todos os animais, mas eu Te amo mais ainda. Jesus, podes me perdoar por eu ter posto o elástico de cabelo em volta da pata da Lacey? Hoje foi um dia triste. Jesus, não vou fazer isso de novo; só, por favor, deixa a pata da Lacey ficar boa, OK?” Ela terminou a oração assinando: “Com amor, Ashley Anne Nelson, Tua ovelhinha.”
Não nos alegra o fato de Jesus ser tão compreensivo com os erros e as mancadas que cometemos ao longo da vida?
Depois que trouxemos Lacey para casa, Ashley orou novamente: “Jesus, muito obrigada porque me perdoaste hoje. Obrigada por trazer Lacey para casa! Por favor, continua curando a Lacey. Eu Te amo. Ashley.”
Podemos ser muito gratas por ter um grande e misericordioso Deus. Ele é compassivo, o tempo todo. É sempre perdoador. Deus Se importa conosco sempre, e responde às nossas orações. Ele diz “sim”, Ele diz “não” e às vezes diz “espere”. Mas sempre responde a todas as nossas orações.
Querido Senhor, graças Te dou por Tua benignidade para conosco e por curares Lacey.
Anne Elaine Nelson
25 de janeiro terça
A Voz do Mestre
As Minhas ovelhas ouvem a Minha voz; Eu as conheço, e elas Me seguem. João 10:27, NVI
Para mim, um dos pontos altos de uma recente viagem à Nova Zelândia foi a visita ao Centro Antártico Internacional, em Christchurch. Tive a oportunidade de olhar bem de perto uma comunidade de pequenos pinguins azuis. A menor das espécies de pinguim, os pequenos pinguins azuis medem apenas 40 centímetros de altura e pesam cerca de um quilo. Embora um tanto desajeitados em terra seca, eles são exímios nadadores e mergulhadores, e achei divertido observá-los pelas paredes de vidro da piscina construída especialmente para eles.
Embora seu “cercado” seja pequeno, em comparação com o mar aberto, os pinguins do Centro Antártico não são cativos; eles foram resgatados. Cada um tem um ferimento ou incapacidade que o impede de sobreviver na natureza. Uma barbatana paralisada, por exemplo, significa que o pinguim não pode nadar e manobrar com rapidez suficiente para apanhar alimento. Um desses bichinhos, batizado de Elvis por aqueles que o resgataram, foi aparentemente atingido por um barco enquanto era filhote, e ficara permanentemente cego. Enquanto servia ao Elvis lasquinhas de seu arenque favorito, o funcionário nos contou que um dia uma senhora visitante o surpreendera ao dizer: “Elvis, você se lembra de mim?” O pinguinzinho se virou na direção dela e gritou, reconhecendo-a. Ele conhecia aquela voz! Aquela mulher, voluntária do serviço de resgate da vida selvagem, tratara dele após seu ferimento, cuidando dele até que recuperasse a saúde. Ela, por sua vez, chorou de alegria porque, depois de dedicar tanto tempo, esforço e amor, sem a expectativa de recompensa, um pinguinzinho ainda lhe reconhecia a voz.
Naturalmente, os pinguins não faziam parte do cenário da antiga Palestina, mas havia lá muitas ovelhas (como na Nova Zelândia também).
A história do pequeno Elvis me fez lembrar das palavras de Jesus em João 10. Ele diz que o pastor “chama as Suas ovelhas pelo nome [..]. e estas O seguem, porque conhecem a Sua voz” (v. 3, 4, NVI). Ele prossegue, afirmando: “Eu sou o bom Pastor; conheço as Minhas ovelhas, e elas Me conhecem [...] e dou a Minha vida pelas ovelhas” (v. 14, 15, NVI).
Hoje, desejo ouvir a voz de Jesus, sabendo que Ele é o único que me pode salvar dos perigos mortais deste mundo.
Jennifer M. Baldwin
26 de janeiro quarta
As Sandálias
Ninguém conhece o futuro. Quem lhe poderá dizer o que vai acontecer? Eclesiastes 8:7, NVI
Eu tinha um par muito confortável de sandálias, e o usava todos os dias. Como eram muito cômodas, decidi comprar outro par exatamente igual, antes que as minhas velhas se gastassem completamente. Mas usei as sandálias novas apenas duas vezes antes que a fivela se quebrasse. Eu ia levá-la ao conserto, quando meu marido sugeriu que eu levasse as duas sandálias, para que a fivela nova combinasse. Coloquei o par numa sacola e me coloquei a caminho.
Enquanto andava, pareceu-me ouvir uma voz: “Antes de ir ao sapateiro, vá primeiro à loja onde você comprou as sandálias.”
Decidi fazer isso. Pensei em mencionar o fato à chefe das vendedoras, mas ela não estava lá. A loja parecia incomumente movimentada, com mulheres experimentando sapatos e outras chegando. Então, vi uma senhora de mais idade sair de uma van e entrar na loja. Embora não soubesse quem era, comecei a contar-lhe sobre o que acontecera com a sandália.
Ela respondeu com simpatia: – Não vendemos produtos de má qualidade em nossa loja.
Olhei para ela com surpresa e perguntei se era a proprietária da loja. Ela respondeu que sim.
Aquela senhora me conduziu imediatamente às prateleiras e disse que eu deveria provar outros dois pares. Ambos eram grandes demais. A proprietária, porém, disse que eu não me preocupasse, pois ela daria um jeito.
Um dos funcionários telefonou para a outra loja, mas lá eles também não tinham o meu número. A proprietária, então, escreveu uma nota de crédito. Pediu que eu retornasse à loja na semana seguinte para buscar um par novinho de sandálias. Ela nem mesmo me pediu a nota fiscal para comprovar se eu havia adquirido as sandálias em sua loja. Aceitou minha palavra. Não fez perguntas. Fiquei espantada. Deus é tão bom! Fui abençoada por ir ao estabelecimento na hora certa e encontrar a bondosa dona da loja.
Quando ouvimos a voz tranquila e suave de Deus (1 Reis 19:12), Ele sempre nos conduz na direção certa – mesmo que não tenhamos ideia do que vai acontecer!
Priscilla Adonis
27 de janeiro quinta
Honrar os Pais
Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá. Êxodo 20:12
Enquanto olhava meus e-mails na caixa de entrada, encontrei um que vinha de um querido amigo. Não nos falamos com frequência, mas eu lhe havia encaminhado um e-mail sobre maneiras pelas quais os filhos podem surprir as necessidades de pais idosos. As sugestões incluíam demonstrar paciência ao ouvir histórias repetidas e paciência para esperar que terminem uma frase completa, quando eles têm dificuldade para se lembrar. Meu amigo respondeu, dizendo que o e-mail fora muito oportuno e digno da “devida consideração”, porque ele começara recentemente a cuidar de sua idosa mãe incapacitada.
Cuidar de nossos pais idosos às vezes é difícil – e, com frequência, probante. Necessita-se de muita benignidade, compaixão e paciência. E aqueles que adquirem essas virtudes demonstram o amor de Cristo na prática. Pois é somente através dEle que essas virtudes são cultivadas. Muitos sacrifícios desconhecidos foram feitos por nossos pais em nosso favor. A memória parece falhar-nos acerca de atos abnegados que praticaram quando éramos pequenos e durante aqueles difíceis anos da adolescência. Esquecemo-nos das palavras ásperas que podemos ter falado enquanto éramos disciplinados. Perdoar não é uma opção – eles continuavam a amar e estavam decididos a conduzir-nos pelo caminho reto e estreito.
Que privilégio temos quando Deus nos permite cuidar amoravelmente de nossos pais idosos! Fazer menos seria desonrar a Deus. Minha mãe tem 93 anos de idade. Ela é um encanto, e nunca perde a oportunidade de partilhar o amor de Jesus com quem encontra. Quando não está cuidando do jardim, passa a maior parte do tempo lendo as Escrituras e no seu desenvolvimento espiritual. Minha irmã e eu amorosamente ajudamos a cuidar dela e do seu bem-estar, quando ela nos permite fazê-lo, e ela nunca deixa de agradecer-nos cada gesto de atenção.
George Washington Carver disse certa vez: “O ponto a que você chega na vida depende de ter sido terno com os jovens, compassivo com os idosos, solidário com os lutadores e tolerante com os fracos e fortes, porque algum dia, na sua vida, você terá sido tudo isso.” Honre seu pai e sua mãe, pois a recompensa superará qualquer coisa que você venha a fazer.
Sylvia Giles Bennett
28 de janeiro sexta
Oração de Fé
Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas; eis que Eu te curarei. 2 Reis 20:5
Meu netinho de 10 meses era o encanto da família. Kenric Adam me seguia aonde quer que eu fosse. Parecia que ele se afeiçoara a mim com um verdadeiro e duradouro carinho. Seus olhos eram cheios de vida, e seu sorriso refletia sempre alegria e amor.
Uma noite, o quarto estava quieto, com exceção do tique-taque do relógio. Alguns minutos antes da meia-noite, minha nora acordou de repente e ficou chocada ao ver que nosso Kenric estava tendo convulsões. Ela chamou todos para que viessem rapidamente. Seu corpinho tremia com febre alta, e percebemos que era imperativo um cuidado imediato.
Corremos ao hospital mais próximo e esperamos a noite inteira. Foi a primeira grande crise que nossa família teve que enfrentar. O medo nos dominou. Fiz uma oração silenciosa, pedindo um milagre.
O pediatra foi incapaz de diagnosticar a causa da febre e das convulsões. Quatro dias passaram. Todas as noites, a febre se tornava intensa. Cada dia era um pesadelo. Era aflitivo ver os olhos do meu filho, cheios de dor, e o rosto molhado de lágrimas da minha nora.
Na noite de sexta-feira, a temperatura subiu a 42 ºC. Percebendo o perigo, todos começamos a chorar. Segurei o bebê nos braços e banhei seu corpinho com água gelada. O médico tentou diferentes remédios – tudo em vão! Ele perdeu as esperanças, e levamos Kenric a outro hospital. Pensei: Vou perder meu netinho. Enquanto ele se encontrava na UTI, coloquei a criança nas mãos de Deus, dizendo: “Não mais peço cura, Senhor. Só oro para que nele seja feita a Tua vontade.” Embora soubéssemos que a sua vida corria sério risco, eu cria que Deus sempre faz o melhor por Seus filhos que nEle confiam. Nenhum problema é grande demais ou pequeno demais para que Ele o resolva. Eu sabia que Deus estava dirigindo, guiando e fortalecendo todos nós.
Finalmente, os médicos diagnosticaram malária cerebral. Puderam, então, aplicar a medicação correta, e Kenric reagiu bem. A febre cedeu e ele melhorou. Deus manifestou Seu poder. Os médicos se surpreenderam com a rápida recuperação. Hoje, Kenric Adam é um menino saudável, ativo e inteligente, de 3 anos de idade. Ele ama muito a Jesus e recita uma porção de versos de cor.
Graças a Deus, que faz maravilhas em nossa vida! Que a vontade dEle se faça em sua vida hoje!
Jean Sundaram
29 de janeiro sábado
Não Foi Engano
Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem. Romanos 8:28
Certa noite, meu esposo tentava ligar pelo celular para o marido da minha prima, quando percebeu que havia digitado o número errado. Uma mulher, cuja voz ele não reconhecia, atendeu; mas, em vez de dizer alguma coisa, meu esposo desligou. Quando, por fim, conseguiu falar com o marido da minha prima, notou o sinal indicativo de que alguém estava tentando ligar para ele, mas ignorou a chamada.
Assim que ele desligou, porém, o telefone tocou. Era uma mulher para quem eu havia dado estudos bíblicos pela internet. Ela havia visto o número do nosso telefone por causa da digitação errada do meu esposo, e retornou a ligação. Ficou muito feliz ao ver que era nosso telefone, porque estava tendo vários problemas. Ela fora batizada no início daquele ano e estava muito feliz com sua família da igreja. Então, mudou-se para outra cidade e não tinha podido ir à igreja porque estava ajudando suas netas. Queria realmente frequentar a igreja, mas era um pouco tímida para ir sozinha. Antes de desligarmos, orei com ela e lhe assegurei que tudo ficaria bem.
Eu conhecia algumas pessoas que moravam perto da casa dela. Sugeri que, se ela concordasse, eu lhes daria o número do seu telefone, e talvez ela pudesse ir à igreja com esses amigos. Ela ficou feliz por saber disso e, assim que liguei para meus amigos daquela região, eles entraram em contato com ela. Não somente isso, mas descobri que um senhor, que fora colega de escola da nossa filha, frequentava a mesma igreja e era o diretor do ministério pessoal. Ele também fez contato com ela, e a visita foi maravilhosa.
Agora, ela tem a amizade de uma nova família da igreja e, mais uma vez, pode adorar a Deus cada semana.
Quando desliguei o telefone, fiquei com vergonha de não ter ligado antes para ela. Muitas vezes eu havia sido impressionada a telefonar, mas os dias transcorriam, eu me ocupava e assim o tempo passou. Embora meu esposo acreditasse que dera uma mancada ao digitar erradamente o número para ligar para Patti em lugar de Pat, creio que tudo estava no plano de Deus e de acordo com a Sua cronometragem. Eu não dera atenção às sugestões de Deus quando Ele queria que eu ligasse para essa senhora, e assim Ele interveio para que eu conversasse com ela de qualquer maneira. Louvo a Deus por isso!
Anna May Radke Waters
30 de janeiro domingo
Podre até o Miolo
O Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a sua altura, porque o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. O homem vê o exterior, porém o Senhor, o coração. 1 Samuel 16:7
Eu havia tomado o desjejum às 8 horas da manhã, e agora, três horas depois, estava querendo um lanchinho. Antes de sair para o trabalho, eu havia posto num pacote a única maçã que ficara na bandeja. Sempre optando por frutas em temperatura ambiente, em vez de frias, tiradas da geladeira, achei que aquela maçã não estaria gelada no momento em que me desse vontade de comê-la. Além disso, a cor vermelho escuro, a casca lustrosa e a textura firme fizeram com que eu imaginasse a doçura que aguardava minhas papilas gustativas. Quando comecei a cortar a fruta, notei que minha lustrosa maçã vermelhinha estava estragada por dentro. Revelou uma massa marrom emanando do centro. Incapaz de acreditar em meus olhos, continuei cortando a maçã em pedaços menores. Todos revelaram os mesmos resultados. Imediatamente pensei em quão facilmente eu havia sido enganada pela aparência exterior.
Samuel fora comissionado por Deus para escolher um rei como substituto de Saul (1 Samuel 16:1-13). Davi não estava entre os filhos que seu pai, Jessé, escolhera apresentar a Samuel como candidatos à entrevista e avaliação para a posição de rei. Somente depois que Deus rejeitou os outros, Davi foi chamado a comparecer perante Samuel. Até mesmo pais amorosos e dedicados tendem a julgar os filhos por seus atos e aparência exterior. Deus, em Sua misericórdia, criou-nos de modo tão maravilhoso que somos incapazes de ler os pensamentos ou as intenções do próximo.
Infelizmente nós, cristãos, com frequência nos desorientamos uns aos outros. Parecemos justos por fora, mas nossos pensamentos e atos privados são inferiores àquilo que Deus espera de nós. Já tive destruída a minha confiança em outros por causa de uma palavra ou ato descuidado, que revelou características inesperadas e não prontamente identificáveis. Por outro lado, tenho sido privilegiada em cultivar belas amizades com irmãs com quem eu não me relacionava inicialmente. Daí o velho adágio: “Nunca julgue um livro por sua capa.”
Querido Jesus, por favor, ajuda-me hoje a viver minha vida como um livro aberto – a capa em harmonia com o conteúdo –, falando aos outros do Teu amor.
Avis Mae Rodney
31 de janeiro segunda
Mais Branco que a Neve
Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve. Salmo 51:7
Para começar, preciso confessar que não sou grande cozinheira! Eu me chamo “cozinheira à minuta”. Coloco parte da culpa no fato de que precisei trabalhar a vida toda, solteira ou casada. Durante 25 anos, fui estenotipista em tribunais. Parte desse tempo trabalhei em casa, enquanto meus filhos eram pequenos. Mas, mesmo então, minhas refeições sempre foram muito simples: uma proteína, um vegetal verde, um vegetal amarelo, salada e pão integral.
Atualmente, meu esposo e eu somos aposentados e passamos os meses de inverno “acampando” num pequeno trailer no centro da Flórida. Temos duas facas, dois garfos, seis colheres, duas tigelas, e panelas e potes simples. Assim, preparo uma refeição simples e me sento para esperar que ela cozinhe. Certa vez, senti o cheiro de algo queimando. (Sim, meus olhos são ruins e meus ouvidos não são muito bons, mas meu nariz funciona bem!) Quando saltei para tirar a panela do fogão, vi que o fundo estava preto por dentro. Ai, não! De novo, não! Depois de resgatar o que estava por cima, enchi a panela com água fria e deixei-a de molho durante a refeição. Depois me atraquei com a tarefa de livrar-me de todo aquele pretume. Não foi fácil! Usei escova, depois coloquei Ajax sobre a esponja e esfreguei um pouco mais. Da última vez que isso aconteceu, estava tão difícil de limpar que achei que certamente precisaria comprar uma panela nova. Mas, viva! Depois de muito trabalho, o fundo ficou brilhante e limpo outra vez.
A mesma sequência parece repetir-se em minha vida espiritual. Cada manhã, quando faço meu devocional, oro: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Salmo 119:11). Contudo, durante o dia, vejo-me repetindo os velhos hábitos ou proferindo palavras atravessadas. À noite, me ajoelho e imploro a misericórdia do Senhor para cobrir meus pecados e limpar-me. A negligência não é dEle – sou eu que faço a bagunça –, mas Ele, uma vez mais, dispõe-Se me purificar. Leio as promessas em Sua Palavra e tenho a certeza de que Ele entende nossas fraquezas e nos perdoa as limitações. Como diz Jeremias 33:8: “Purificá-los-ei de toda a sua iniquidade com que pecaram contra Mim; e perdoarei todas as suas iniquidades com que pecaram e transgrediram contra Mim.” Que Salvador maravilhoso é Jesus, meu Senhor!
Rubye Sue